2012-02-28

DESIDROSE



Desidrose ou eczema desidrótico são lesões vesiculosas (pequenas bolhas) com eritema ausente ou limitado, que aparecem nas bordas dos dedos e nas regiões palmares (mão) e plantares (pé) de caracter recidivante. As vesículas podem confluir formando grandes bolhas. Pode acontecer infecção secundária com abundante secreção purulenta. O quadro clínico é súbito e recorrente e a duração do quadro em média é de 3 semanas.

Existem vários fatores relacionados a esta entidade:

- Contacto: várias substâncias estão relacionadas com relação ao contato.
- Atopia
- Infecções bacterianas
- Medicamentos: penicilinas e outros antibióticos
- Infecções fúngicas
- Factores emocionais
- Factores estressantes, geralmente associam à hiperhidrose.
O tratamento realizado é com produtos tópicos ( corticosteróide em pequena quantidade, duas vezes ao dia, durante não mais que sete a dez dias) e nos casos mais severos medicamentos sistêmicos. Antihistamínicos e tranqüilizantes podem ser úteis.
  • Desinfectar com um anti-septico, por ex: Diaseptyl da Ducray;
  • Usar Travocort creme 2xdia.
COM AJUDA DO SEU FARMACÊUTICO
O seu farmacêutico conhece bem os sintomas e sabe distingui-la de outras afecções...
Conhece igualmente as diversas alternativas terapêuticas disponíveis e está apto a reconhecer quando a situação implica o recurso a um médico.
A indicação farmacêutica na farmácia faz toda a diferença!

2012-02-24

PÉ DE ATLETA


O pé de atleta, também conhecido por tinea pedis, é a infecção fúngica mais comum nos países desenvolvidos e ataca mais homens do que mulheres, afectando cerca de 70% das pessoas nalgum período das suas vidas.

É causada por um fungo denominado dermatófito e, apesar deste fungo poder ser encontrado em diversos locais, ele é, particularmente, comum em ambientes quentes e húmidos como piscinas, balneários e vestiários de instalações desportivas, locais onde os atletas e outras pessoas activas caminham, frequentemente, descalços.

Uma vez tendo contaminado a pele dos pés, o ambiente quente e húmido originado pelas meias e pelo calçado fechado proporciona condições óptimas para o desenvolvimento do fungo.
Como o próprio nome indica ocorre a nível dos pés, afectando, tipicamente, os espaços interdigitais, mas pode alastrar para a planta ou lados dos pés e para as unhas. Para além disto, através do coçar pode haver disseminação da infecção para as mãos, virilhas e axilas.

Os sinais e os sintomas desta condição podem ser muito diversos, no entanto, é pouco provável que a pessoa afectada evidencie todos:
*Comichão intensa, picadas e ardor entre os dedos, particularmente, entre o 4º e o 5º dedos e na planta dos pés com espessamento da pele;
*Pele dos espaços interdigitais gretada, com bolhas ou a descamar;
*Mau odor; Como se trata? O tratamento faz-se, normalmente, numa primeira fase, através do recurso a antifúngicos tópicos (aplicados localmente): Lamisil® 1 (venda livre)

No caso de pacientes com pé de atleta à muito tempo ou com muitas recorrências, a medicação tópica pode não ser suficiente, uma vez que promove apenas algum alívio sintomático sem, no entanto, curar a infecção. Neste caso os antifúngicos orais podem ser mais eficazes mas, mesmo assim, não é certo que não haja recorrência.

Como se previne?
A prevenção é tão importante como a medicação no tratamento desta infecção em virtude da elevada frequência de recorrências.
*Lavar os pés cuidadosamente todos os dias usando por exemplo: betadine solução espuma;
*Secar bem os pés, dedo a dedo, tendo especial atenção às áreas entre eles (espaços interdigitais), após tomar banho ou nadar;
*No caso de se utilizar equipamentos públicos como piscinas ou chuveiros, deve-se ter o cuidado de usar chinelos ou sandálias para prevenir a exposição dos pés ao chão contaminado pelos fungos;
*Deve-se dar preferência aos sapatos de pele em alternativa aos de “plástico” (sintéticos), uma vez que a pele permite ao pé “respirar” melhor e, assim, manter-se seco com mais facilidade;
*Deve-se usar meias que sejam 100% algodão;
*Limpar os sapatos por dentro, usando produtos apropriados para isso, ex: Akileine spray sapatos, e deixar os sapados se possivel a arejar durante 24 horas.

Fale com o seu Farmacêutico

BOQUEIRAS



Queilite angular ou perleche
(BOQUEIRAS)

  • É uma doença de origem multifactorial em que as espécies de Candida actuam como cofac-tores causais.
  • Encontra-se frequentemente associada ao uso prolongado de próteses parciais, surgindo por perda de dimensão vertical. A saliva humedece de um modo continuado as pregas das comis-suras labiais, aumentando a propensão para a infecção.
  • Manifesta-se clinicamente sob a forma de fissuras vermelhas e dolorosas que irradiam das comissuras labiais ocasionalmente cobertas por pontos ou placas amarelo-esbranquiçadas.

Na queilite angular a candidíase está sempre presente, mas não é a causa primária. Deve ser natural-mente erradicada, o que favorece a recuperação do tecido. Infecções bacterianas eventualmente estão associadas, valendo, então, o tratamento de antimicóticos associados e antibióticos, de regras locais.

Tratamento:

  • Corrigir factores predisponentes (ex.: anemia, dimensão oral vertical, etc.)
  • Utilizar Ácido fusídico a 2% associado ou não com corticóide tópico e
  • Associar Clorhexidina a 0,12 ou 0,2% em solução oral

PÍLULA DO DIA SEGUINTE

Saiba como utilizá-la numa situação de emergência...

É UM MÉTODO OCASIONAL PARA PREVENIR UMA GRAVIDEZ INDESEJADA.
O QUE É A PÍLULA DO DIA SEGUINTE?

É um medicamento para evitar uma gravidez indesejada depois de uma relação sexual não protegida ou mal protegida. Ex.: rompimento ou esquecimento da pílula diária, deslocação do dispositivo intra-uterino, violação, etc;

Se for tomada de acordo com as recomendações reduz o risco de engravidar mas não é 100% eficaz;
Não é abortiva;
Só deve ser tomada ocasionalmente.

Como se toma? . O mais cedo possível, após a relação sexual, de preferência nas primeiras 12 horas, porque a eficácia é tanto maior quanto mais cedo for tomada. . Embora seja chamada "pílula do dia seguinte", deve ser tomada até 72 horas após a relação sexual não protegida ou mal protegida. No entanto mantém eficácia aceitável até às 120 horas (5dias). O risco de gravidez está muito aumentado se for tomada depois das 120 horas (5 dias) após a relação sexual.

Que efeitos secundários pode provocar? . Os mais comuns são náuseas e vómitos, dores de cabeça, tensão mamária, perdas de sangue vaginais, menstruação um pouco antes ou depois do previsto, dores abdominais e fadiga. Estes efeitos desaparecem ao fim de alguns dias;

Quais os cuidados a ter depois de a utilizar?
*Nas relações sexuais seguintes, e até ao aparecimento da próxima menstruação, utilize outro método de contracepção como o preservativo, espermicida, etc;
 *Se estava a tomar uma pílula diária, não pare. Continue a tomá-la regularmente para não alterar o período menstrual. Até à próxima menstruação utilize também o preservativo nas relações sexuais, para se proteger de uma gravidez indesejada;
* Faça um teste de gravidez se a menstruação não aparecer até ao 5º dia após a data prevista;
* Para proteger a sua saúde, evite repetir a tomada da “pílula do dia seguinte” no mesmo ciclo menstrual para não sobrecarregar o organismo de hormonas.

É importante saber que…
*Não substitui os métodos contraceptivos regulares;
*Os métodos contraceptivos regulares (ex: contraceptivos orais, dispositivo intra-uterino, preservativo, etc.) são mais seguros e eficazes do que a “pílula do dia seguinte”;
*A “pílula do dia seguinte” só deve ser usada em caso de emergência;
*A “pílula do dia seguinte” não protege contra doenças sexualmente transmissíveis (ex.: SIDA). Use preservativo!
*Antes de tomar a “pílula do dia seguinte”, informe o seu médico ou farmacêutico se está a amamentar, se tem algum problema de saúde (ex.:doenças de fígado, cancro, problemas de coagulação do sangue) e se está a tomar outros medicamentos;
*Se estiver grávida não deve tomar a “pílula do dia seguinte”;
*A contracepção de Emergência não é abortiva. Actua de várias formas para prevenir uma gravidez, consoante a altura do ciclo menstrual em que é tomada.
Assim: a contracepção de emergência pode impedir ou atrasar a ovulação (impedir a saída do óvulo do ovário da mulher); pode impedir a fertilização (o encontro do óvulo com o espermatozoide); pode impedir a implantação dum ovo na parede do útero, acontecimento que a ciência médica define como início de uma gravidez.
*Se a mulher já estiver grávida, isto é se o ovo já estiver implantado no útero, a contracepção de emergência é totalmente ineficaz, embora não tenha qualquer efeito nocivo dobre o feto ou a gravidez.

 O que pode esperar do seu farmacêutico?
*Informação sobre a eficácia do contraceptivo de emergência;
*Recomendações sobre a toma correcta do medicamento;
*Esclarecimento das suas dúvidas, antes ou depois de tomar o medicamento;
*Informação sobre os métodos de contracepção regular que existem.


Para utilizar uma contracepção eficaz e segura e usar ocasionalmente a “pílula do dia seguinte”, informe-se com o seu médico ou farmacêutico.

2012-02-22

PEDICULOSE

CABELOS LIVRES DE PIOLHOS
UM PARASITA... MUITA COMICHÃO

Os piolhos são parasitas que precisam dos seres humanos - os seus hospedeiros - para completar o seu ciclo de vida.
Pequenos mas visíveis, fixam-se no cabelo junto ao couro cabeludo. Alimentando-se de pequenas quantidades de sangue que sugam, injectando depois uma espécie de saliva: a ela se deve a comichão típica.

Multiplicam-se ao ritmo de oito ovos por dia - são as lêndeas, ovais e brilhantes, que se fixam nos cabelos, Ao fim de sete a dez dias, nascem novos piolhos, dando início a novo ciclo reprodutivo. Está-se então perante uma infestação - pediculose.

Pode acontecer em qualquer cabeça: não importa a idade, raça ou estrato social. E em cabelos limpos ou sujos, porque, ao contrário do que se pensa, esta não é uma questão de (falta de) higiene.

ONDE HÁ MUITAS CRIANÇAS…

…é provável que possam existir piolhos (casa, escola ou ginásios). Não saltam nem voam, mas passam facilmente de uma cabeça para outra por contacto directo. Também o contacto indirecto através de pentes, escovas, chapéus, almofadas ou lençóis lhes permite encontrar novos hospedeiros.

COM O REGRESSO ÀS AULAS, PODEM REGRESSAR TAMBÉM… OS PIOLHOS.
O QUE HÁ A FAZER É ESTAR ATENTO, PARA TRATAR O MAIS CEDO POSSÍVEL E EVITAR A TRANSMISSÃO.

COMICHÃO, MUITA COMICHÃO

É quase sempre a comichão que denuncia a presença de piolhos. Por isso, há que vigiar os cabelos e se a criança se coça, sobretudo se insistir na nuca e atrás das orelhas, as zonas preferidas pelos piolhos.

Quando a coceira é muita, há o risco de se desenvolverem dermatoses, pequenas lesões no couro cabeludo que podem agravar-se e dar origem a infecções.
Perante a suspeita, há que agir. A simples existência de comichão não basta, só a visualização directa de piolhos vivos e lêndeas confirma a infestação.

Como? Com a ajuda de uma luz forte, de um pente próprio e alguma paciência:

- lava-se o cabelo e aplica-se amaciador em abundância, para facilitar o desprendimento do piolho ou da lêndea

- desembaraça-se o cabelo ainda húmido, dividindo-o em secções

- escova-se em cada madeixa, da raiz ás pontas, com pente próprio, de dentes muito finos que pode ser adquirido na farmácia

- a cada passagem, limpa-se o pente a um lenço de papel branco

- depois analisam-se as partículas recolhidas: os piolhos soltam-se e vêem-se facilmente, as lêndeas são mais resistentes e tendem a fixar-se aos cabelos

- Por fim deita-se o lenço de papel no lixo dentro de um saco fechado.

PARA CABELOS LIVRES DE PIOLHOS

O tratamento mais eficaz consiste na aplicação de antiparasitários sob a forma de champô, creme ou loção. A maioria destes produtos não requer receita médica, mas o aconselhamento farmacêutico é essencial para garantir o uso correcto e assegurar a eficácia do tratamento.

Há que respeitar as instruções de aplicação, nomeadamente quanto ao intervalo de tempo entre aplicações.
No geral, os produtos são aplicados no cabelo e couro cabeludo, não esquecendo a zona atrás das orelhas e nuca. Depois passa-se o cabelo com um pente fino para remover os piolhos e lêndeas. Quando indicada uma segunda aplicação deve-se aguardar 7 a 10 dias.


Os antiparasitários usam-se apenas em caso de infestação e com aconselhamento prévio: o seu uso em elementos da família sem infestação comprovada ou para prevenir re-infestações é desaconselhado e tem como consequência a redução de eficácia de alguns antiparasitários.

A prevenção do contágio consegue-se através de outras medidas como:

- Evitar o contacto directo entre cabeças

- Verificar o cabelo das crianças e dos restantes membros da família com regularidade

- Lavar vestuário e roupa de cama, escovas e pentes em água bem quente (60ºC)

- Guardar os objectos/vestuário que não podem ser lavados em sacos fechados durante 2 semanas.


Ao encontrar piolhos alerte a escola para evitar a propagação a mais crianças.

COM AJUDA DO SEU FARMACÊUTICO
O seu farmacêutico conhece bem os sintomas da Pediculose e as diversas alternativas terapêuticas disponíveis.

A indicação farmacêutica na farmácia faz toda a diferença!

AFTAS


Constituem lesões vesiculares que se rompem e formam úlceras arredondadas, com bordas elevadas, bastante dolorosas.
São úlceras superficiais cobertas com uma camada amarela e círculo eritematoso. Ocorre uma sensação de queimação que prejudica a fala e a mastigação.
Duram de 4 a 8 dias.
As suas causas são alimentares, endócrinas (nas mulheres), infecciosas ou psíquicas.

TRATAMENTO DA ESTOMATITE AFTOSA ( aftas )
- Eliminar todos os alimentos ácidos: Laranjas, Kiwi, nozes, morangos, alimentos com condimentos e chocolate.
- Recorrer à sua Farmácia.

COM AJUDA DO SEU FARMACÊUTICO
O seu farmacêutico conhece bem os sintomas e sabe distingui-la de outras afecções...
Conhece igualmente as diversas alternativas terapêuticas disponíveis e está apto a reconhecer quando a situação implica o recurso a um médico.
A indicação farmacêutica na farmácia faz toda a diferença!

CONSTIPAÇÃO...VÍRUS HÁ MUITOS!!!

UMA MÃO CHEIA DE VÍRUS 
A constipação é a infecção vírica mais frequente no ser humano. Na sua origem podem estar mais de duas centenas de vírus, sendo o rinovírus o principal. Só deste existem vários tipos diferentes o que explica a variedade dos sintomas e a inexistência de uma vacina. 
Trata-se de uma infecção das vias respiratórias superiores, o que significa que afecta sobretudo o nariz, a garganta e também os ouvidos. 
Daí os seus sintomas: 
  1. Espirros 
  2. Nariz a pingar ou congestionado 
  3. Garganta irritada ou dificuldade em engolir 
  4. Olhos lacrimejantes 
  5. Fadiga, dores de cabeça e corporais ligeiras a moderadas 
  6. Diminuição do paladar e do olfacto 
  7. Febre baixa. 
Estes sintomas surgem dois a três dias após contágio e podem manter-se por duas semanas, mas na maioria das pessoas recupera numa semana. 
Qualquer pessoa, em qualquer idade, se pode constipar, mas no adulto isso acontece, em média, duas a quatro vezes por ano. 
Na criança o sistema de defesas (imunitário) ainda é frágil, e a susceptibilidade é maior, além de que elas partilham espaços mais fechados, o que facilita a transmissão do vírus. Quando as infecções respiratórias acontecem mais do que seis vezes por ano é necessária uma avaliação médica. 

O NARIZ PINGA OU ESTÁ TAPADO? ESPIRRA COM FREQUÊNCIA E TEM TOSSE? ISSO PODE SER UMA CONSTIPAÇÃO... RECONHEÇA-A E SAIBA COMO ALIVIÁ-LA. 

A vulgar constipação distingue-se de outra doenças como a: 
 Gripe – que surge de forma súbita com febre elevada, prostração e dores musculares intensas; só ao fim de dois a três dias podem surgir os sintomas respiratórios. 
 Rinite Alérgica – em que não há febre e a alergia manifesta-se por vários dias consecutivos.
 Sinusite – com congestão nasal, tosse nocturna, dores faciais e por vezes dores de cabeça, podendo ocorrer febre baixa. 

PELAS MÃOS SE APANHA UMA CONSTIPAÇÃO 
Os vírus que causam a constipação entram no organismo pelo nariz ou pela boca o que pode acontecer após o contacto com mãos e objectos contaminados. 
Levar as mãos aos olhos, ao nariz ou à boca é meio caminho andado para se ficar constipado. 

 Por isso, a prevenção – para evitar ser contagiado ou contagiar outros – passa por: - 
  • Lavar as mãos frequentemente, principalmente depois de espirrar, tossir, assoar-se ou assoar uma criança 
  • Usar lenços de papel, deitando-os fora após cada utilização 
  • Cobrir o nariz ou a boca quando espirrar ou tossir 
  • Evitar beber pelo mesmo copo, caneca ou garrafa de outra pessoa 
  • Usar uma toalha só para si 
  • Evitar o contacto prolongado com pessoas constipadas; e, se estiver doente, evitar estar perto de pessoas saudáveis. 
 REPOUSO, HIDRATAÇÃO E… Repousar ajuda a restabelecer, mas também é necessário ingerir líquidos em abundância, água, sopas ou sumos de fruta, de modo a prevenir a desidratação. As vaporizações ou atmosferas húmidas, ajudam a fluidificar as secreções, mas não devem conter essências. 

Não existem medicamentos específicos para tratar a constipação. 
O alívio dos sintomas consegue-se com: 
  • analgésicos e antipiréticos, para dor e febre, a que se juntam os anti – inflamatórios (na criança não se deve recorrer a aspirina ou seus derivados); 
  • anti–histamínicos para o corrimento nasal e espirros (usados com moderação); 
  • descongestionantes ou sprays de água do mar para desentupir o nariz; 
  • pastilhas ou mesmo rebuçados para a garganta irritada. 

Estes medicamentos requerem cuidados e nem todas as pessoas os podem tomar. Aconselhe-se com o seu farmacêutico. Em regra, a constipação é benigna e passageira. Mas pode causar algumas complicações em crianças, idosos e doentes respiratórios porque são mais vulneráveis. Neles a infecção pode complicar com risco de pneumonia ou otite. Se os sintomas não melhorarem com o tempo e tratamento, há que consultar um médico. 

 COM AJUDA DO SEU FARMACÊUTICO O seu farmacêutico conhece bem os sintomas da constipação e sabe distingui-la de outras infecções respiratórias. Conhece igualmente as diversas alternativas terapêuticas disponíveis e está apto a reconhecer quando a situação implica o recurso a um médico. Por isso, se pensa que está constipado não hesite: a indicação farmacêutica na farmácia faz toda a diferença!

  Olho seco O que causa o olho seco? O olho seco tem diversas causas. Faz parte do processo natural de envelhecimento, especialmente durante...